quinta-feira, 26 de Novembro de 2009

FILIPA DE CASTRO -"Valete e... Dama"

Depois das aventuras com a São José Correia, com quem, aliás, continuo a encontrar-me “esporradicamente”, mudei-me para outra localidade dentro do distrito de Lisboa. Sempre gostei de trabalhar em várias áreas e até estou habituado a ter dois empregos ao mesmo tempo. Há coisa de dois meses, deixei um, à noite, para aproveitar algo que nunca fiz: ser segurança privado numa discoteca lisboeta, por sinal frequentada por gente famosa. Trata-se de uma discoteca recente, grande, com várias zonas: pista de dança, bar, sala de jogos, zona lounge, etc. Desde que comecei que tenho estado na zona de jogos, onde existem algumas máquinas, roletas, mesas de póquer e pouco mais. Uma espécie de casino em miniatura. Tem havido muita gente famosa a passar por lá para tentar a sorte, divertir-se e descontrair. Na semana passada, durante três noites, houve uma festa de máscaras: Quinta, Sexta e Sábado. Eu estive de serviço nessas três noites. Muita gente famosa foi convidada e todas as pessoas tinham de ir mascaradas. Eu, para não destoar muito, estava semi-mascarado, mas sempre a certificar-me de que tudo corria bem e sem excessos. Na última noite, de Sábado para Domingo, a certa altura, reparo numa mulher que me olha fixamente. Por detrás da máscara, é difícil perceber quem é. Ela olha-me de forma atrevida e provocante, comunicando muito com o corpo. Enquanto olho para ela, parece que tudo pára: a música, as outras pessoas, as danças… Mas estou de serviço, não posso desleixar-me, estou cá há pouco tempo e… Olho outra vez, ela desapareceu. Passados poucos minutos, encontro-a mais à frente, a conversar com outra mulher, a qual, mesmo mascarada, reconheço ser a São José Correia. Curioso, este encontro entre a minha nova musa misteriosa e a São José. Oiço uma voz mais alta vinda de outra zona da sala e afasto o olhar, já preparado para intervir. Era apenas um daqueles actorzinhos da tanga que bebeu demasiado e andava a meter-se com algumas “morangas” das novelas. Levei-o para fora da sala para ver se lhe fazia entender que aquilo não era uma festa de miúdos. O puto estava aviado de álcool e corri com ele da festa. Quando vou para entrar novamente na sala, vejo a minha musa ao fundo de um corredor escuro. Certifica-se de que é vista e depois foge a passo rápido. Vou atrás dela, claro, já com o coração aos pulos. Subo umas escadas e entro noutro corredor, também escuro. Para mim, que tenho pele escura, até é melhor: fico mais oculto. Não vendo ninguém, concluo que a mulher entrou de certeza numa das salas do fundo do corredor. Mas qual? São só salas de arrumações, com mesas de jogos e máquinas por estrear, caso alguma das outras avarie. Da mulher, só sei que é loira, alta, esguia, de peito generoso e curvas sinuosas. Mas… Que parvoíce: para descobrir qual a sala, só preciso de me concentrar no cheiro. Um perfume feminino e intenso diz-me qual a sala certa. Por esta altura, já deixei de ouvir o barulho da festa. Que se lixe, olha… Há outro colega. Além disso, estou a zelar pela segurança… pode tratar-se de uma ladra ou assassina impiedosa. Enfim, entro na sala, fecho a porta e, por entre a penumbra, apenas com uma luz ténue vinda da rua, vejo uma silhueta junto de uma mesa de póquer. “Para ser fácil apanhar-te, imagino que não estejas aqui para fazer mal”, digo-lhe eu. Ela não abre a boca. Aproximo-me dela e aquele perfume inebriante confunde-me os sentidos. Apanho-a de costas e envolvo-a num abraço firme, mas cuidadoso. Ela deixa-se levar. Já ambos percebemos o jogo e a intenção um do outro, ambos sabemos o que queremos que aconteça. Quando estou para lhe tirar a máscara, reparo que afinal são duas máscaras: uma nos olhos e outra do nariz para baixo. Ela só me deixa tirar a da boca. “Tiras a outra só perto do fim”, sussurra-me ao ouvido com voz doce. Ao invés, tira-me ela a máscara e dá-me um beijo enorme, molhado, faminto. Quase que me come a língua. Enquanto as mãos dela passeiam pelas minhas costas, as minhas procuram maneiras de entrarem pelo vestido dela, desapertando, desabotoando com cuidado. Uns minutos depois, ela está apenas de lingerie: um corpo de sonho, pernas bem torneadas, coxas perfeitas, cintura delgada… Antes que a pudesse despir mais, ela desce, desaperta-me as calças e baixa tudo de uma vez, revelando o que a faz abrir a boca de espanto. Como ela tinha a boca relativamente pequena, teve dificuldade em chupar todo o meu pau preto, mas, aos poucos, a boca adaptou-se e ela fez-me uma mamada extraordinária. Chupava com uma vontade tal que tive de me controlar para não me vir. Ao mesmo tempo, massajava-me os tomates pesados e descaídos. Por momentos, pensei que estava noutra dimensão. Depois, levantei-a, sentei-a na mesa de póquer, tirei-lhe as cuecas e o soutien e deliciei-me com aquela visão: uma cona rapadinha, bem lubrificada, com um clítoris saliente e inchado. As mamas, não sendo totalmente naturais, eram grandes, redondas e com uns mamilos enormes. Depois de me certificar de que lhe deixava os mamilos cheios de tesão, fui descendo, descendo, beijando e lambendo pelo caminho, até que cheguei ao clítoris. Assim que lhe toquei com a língua, ela soltou um longo gemido, como se nunca tivesse sido acariciada ali por ninguém. Segurou-me na cabeça com força, sinal de que estava a gostar. Continuei durante uns 10 minutos, umas vezes com um dedo, outras vezes com dois. Assim que ela começou a estremecer, afastei-me um pouco para a provocar, como já tinha feito com a São José. Ela perdeu as estribeiras, sentou-se, agarrou-me no pescoço furiosamente e disse-me muito séria: “Ah, cabrão, tu queres que eu perca a cabeça, não é? Então anda, come-me toda, perde tu a cabeça dentro de mim!” Pegou no meu pau, que entretanto ficou duro como pedra, e engoliu-o de uma só vez com os lábios vaginais. Que temperatura! Ela fervia e estava encharcada! Assim que comecei a dar as primeiras estocadas, ela deixou-se cair de costas sobre a mesa de póquer e rendeu-se completamente. Com ela à minha mercê, acelerei aos poucos, até ficar com os tomates doridos de tanto bater na zona intermédia. As mamas saltavam à minha frente e só a custo conseguia agarrar-lhe os mamilos com os lábios. Quando eu parava, mexia-se ela, por isso percebi que ela queria manter a velocidade alta. Ela agarrava-se às minhas costas com uma força imensa, apertava-me, cravava as unhas, mordia-me as orelhas até que… palavra de honra, vi-a revirar os olhos assim que se veio, começou a estremecer de tal maneira que, com as unhas, rasgou o pano da mesa de póquer. Seja como for, o nosso jogo continuou, valete e dama, numa dança de ancas e cinturas a alta temperatura. Acho que nunca senti uma mulher tão quente. O mistério mantinha-se, pois eu continuava sem saber com quem estava, embora já tivesse as minhas suspeitas. Isso dava-me ainda mais tesão, claro. Mais uns minutos e mudámos de posição: ela, de pé, apoiou-se na mesa e eu enfiei por trás. “Dá-me com força com esse caralhão, anda! Acelera, que quero vir-me outra vez!” A voz dela deixou de ser doce… parecia que estava possuída, tinha a voz mais grave e rouca. Eu nem ousei desobedecer. Segurei naquele rabo maravilhoso, dei umas palmadas leves e acelerei, enquanto a provocava com pequenos beliscos nos mamilos. Ela gritava cada vez mais alto. Agora implorava: “Fode-me, não páres, fode-me toda!!!” Continuei e, de repente, fez-se silêncio… Ela estava de certeza quase a vir-se… Parei e continuou ela a uma velocidade incrível! Depois de se conter… explodiu num grito de prazer e voltou a estremecer outra vez. Tive de a agarrar, com medo que lhe faltassem as forças nas pernas. Acalmámos o ritmo e sussurrei-lhe ao ouvido: “Para onde queres que me venha?” Ela, sem dizer nada, recompôs o ar misterioso e apontou para a boca. Ainda de costas para mim, tirou a máscara: tal como suspeitava, era a Filipa de Castro. Que bomba de mulher! Agarrou-se à minha vara, chupou só a cabeça e, com as mãos nos tomates, ia estimulando. A certa altura, não aguentei mais: comecei a vir-me, a sentir contracções e ela manteve a boca fechada em torno da cabeça. Os jactos saíam uns atrás dos outros, ela ia recebendo tudo na boca, até que, de repente, começou a deixar escapar leite pelos lábios, tal era a quantidade. Quando senti que já não me vinha mais, tirei devagar e ela engoliu tudo o que tinha na boca. Incrível… Depois, para curtir aquele estado de transe, deitámo-nos na mesa de póquer… “Foda-se, que caralho… Rasgaste-me toda… Nem sei se te hei-de chamar valete de paus ou de espadas!” Eu ri-me com a piada. “E tu és a dama do meu car… baralho!” Ainda ficámos na penumbra durante um pedaço e depois voltámos para a festa. Esta nossa química ainda tinha muitas cartas para dar…

FANTASIA ERÓTICA ESCRITA POR: HOMO ERECTUS

sexta-feira, 20 de Novembro de 2009

CAROLINA PATROCÍNIO E CATARINA JARDIM - "UMA TARDE DE SEXO"

Não posso considerar isto uma fantasia porque aconteceu na realidade mas de qualquer modo cá vai . Moro no Algarve e sempre que posso estou na praia. Num desses dias apercebi-me de alguns fotógrafos que ao longe tentavam fotografar um grupinho de pessoas. Curioso acabei por me levantar e chegar-me perto desse grupo e acabei por reconhecer duas das caras desse grupinho: Carolina Patrocínio e Catarina Jardim (vulgo Pimpinha)
Elas já se tinham apercebido dos fotografos e perguntaram se eu era dali e se as podia ajudar a despistar os fotografos. Ora conhecendo aquela zona muito bem lá ajudei as meninas. Estavam as duas com bikinis muito pequenos e apercebi-me logo bem da forma daqueles dois belos cus. Fiquei logo excitado mas fiz de tudo para que não se apercebessem . Acabamos por sair dali discretamente mas os gajos lá nos começaram a perseguir só que em poucos minutos despistei-os facilmente. Elas ficaram contentes por se verem livres deles. A Carolina ía no banco da frente e virando-se para a Pimpinha diz:
"O nosso amigo para além de nos ajudar ainda é muito bem "servido" Pronto (pensei eu,apercebeu-se de como eu estava excitado e vão já querer sair do carro) Pelo contrário, a Pimpinha aproxima-se do banco da frente olha para o meio das pernas e sorrindo diz "Sim senhor muito bem fornecido, podiamos recompensa-lo por nos ter ajudado que dizes Carol? " A Carolina nem disse nada e colocou logo a mão no meu pau já bem teso quase a rebentar os calções que trazia e começa a massajar-me o pau.
Eu já a ficar completamente doido convido-as para irmos para a minha casa ao que elas aceitaram logo. Mal lá chegamos começam logo a despir-me primeiro a tshirt e começam ambas a beijar-me, a beijar-me o peito e sempre por ali abaixo até sacarem os calções e o meu pau saltar de dentro deles. Elas ajoelham-se e a Carolina começa a lambe-lo de uma ponta á outra com a língua até que começa a chupar com toda a vontade até que ele desaparece todo na boca dela enquanto a Pimpinha me acariciava os testículos. A Carol pára por momentos e deixa a Pimpinha chupar também.Enquanto ela chupava a Carol levantou-se sacou a parte de cima do bikini e eu agarrei-lhe nas mamas.Não muito grandes mas bem durinhas e comecei a chupar-lhe as mamas até que a Pimpinha se junta a mim e começa a chupar-lhe as mamas também. A Carol tirou-lhe também a parte de cima e foi a vez então da Pimpinha ter os dois a mamar nas mamas dela. Bicos e aureolas muito maiores do que os da Carol que ficaram logo tesos e bem molhados pela boca dos dois. Olharam uma para a outra agarram-me as mãos e puxam-me para o sofá. Sentaram-se as duas de pernas bem abertas e meti-me logo entre as pernas da Carolina, saquei-lhe o fio dental e mergulhei logo de cabeça naquela cona que já se via estar bem molhada, os seus lábios grossos como nunca tinha visto igual bem húmidos. Com um dedo percorri lentamente aqueles lábios e enfiei-lho todo de uma só vez. Ficou logo encharcado tirei-o de dentro dela e lambi-o já bem encharcado do gosto da cona dela, voltei a meter-lhe o dedo e depois dei á Pimpinha para lamber também. Afasto-lhe bem as pernas e comecei com a língua a lamber-lhe a cona toda enquanto a Pimpinha lhe acariciava as mamas e a beijava. Os gemidos dela íam-me enlouquecendo cada vez mais e da cona dela passei a lamber-lhe o cu. Como não fez nada para que parasse de o fazer continuei até a Pimpinha também tirar o fio dental dela e pedir que a lambesse também.Também já estava bem húmida e á minha lingua na cona dela junta-se a da Carol.
Comecei depois a passar-lhe o pau pelos lábios da cona e pelo cu até que a Carol agarrou nele e enfiou na cona da Pimpinha. O grito dela fez com que eu lho enfiasse todo na cona e lhe desse logo com toda a força que podia isto enquanto a Carol a beijava.Comecei também a acariciar o cu da Carol, depois dei-lhe umas palmada e enfiei-lhe um dedo no cu. Ela olhou para mim e sorriu. Disse-me para me sentar no sofá pôs-se em pé no sofá e foi baixando até o meu pau entrar na cona completamente encharcada dela. Saltou nele completamente perdida de tesão até que diz que o queria todo no cu. A Pimpinha quando ouviu aquilo pegou nele chupou-o mais um pouco e enfiou o pau naquele cuzinho perfeito. A cara de prazer da Carol era indiscritivel. Após umas valentes enterradelas no cu dela a Pimpinha mete-se de 4 no sofá e disse que também queria no cu . A Carol saiu de cima de mim e foi lamber o cuzinho da Pimpinha preparando-o para receber o meu pau . Enquanto a Carol com as mãos lhe abria o cu encostei a cabeça do pau no olho do cu e comecei a enfiar-lho bem devagarinho. Quando ela se sentiu confortável com ele dentro dela e se começa também a mexer comecei a dar-lhe mais forte cada vez mais forte até quase gozar mas eu queria mais um pouco o da Carol. Com ela também de 4 lambi bem aquele cu e fui-lhe dando sempre cada vez mais forte entrando e saindo dele pois adorava a sensação de abrir aquele cuzinho apertadinho. Dei tudo quanto podia até quase rebentar e elas apercebendo-se disso pediram que gozasse para a boca delas.
Puseram-se as duas de cócoras á minha frente, a Carol chupou bem o pau com o gosto do cu dela ainda e comecei a gozar para a boca dela e como vi a Pimpinha a olhar para aquilo também lhe dei um pouco á boca. Acabaram as duas a beijarem-se com as bocas cheias do meu leite.
Vestiram-se e foram embora não antes sem agradecer a tarde boa de sexo que lhes dei.

FANTASIA ERÓTICA ESCRITA POR: R. SOUSA

quinta-feira, 12 de Novembro de 2009

SOFIA RIBEIRO E JÚLIA BELARD - "Sessão Fotográfica a Três"

Estava numa sessão fotográfica, onde era o fotógrafo, com a Sofia Ribeiro e a Júlia Belard. Estávamos os três numa casa cedida pela a agência, quando decidimos fazer uma pausa de 20 minutos, para descansarmos e para eu poder montar o cenário. Elas foram para um quarto, para mudarem de roupa e eu fiquei a preparar a minha máquina bem como o cenário. Reparei que o rolo da minha máquina estava quase no fim, por isso, fui buscar um. Ao passar pelo quarto, onde elas estavam, a porta estava ligeiramente aberta e pude reparar em ambas, a trocarem de roupa. Estavam somente em cuecas. Vi os seios delas, eram perfeitos, carnudos. A Júlia colocou um vestido curto, com um grande decote, que deixava à mostra parte dos seus seios, enquanto que a Sofia vestiu um vestido mais comprido. Começaram a calçar-se, a Sofia uns sapatos de salto alto castanhos, a Júlia, uns pretos também de salto alto. Depois a Sofia sentou-se perto da Júlia e disse-lhe qualquer coisa ao ouvido. A Júlia sorriu e começou-lhe a beijar o pescoço, depois a boca. Estava perplexo a olhar para a cena, duas gatas a beijarem-se. Depois a Sofia, meteu a sua mão dentro do decote da Júlia e começou-lhe a apalpar as mamas, enquanto a Júlia lhe metia a mão por entre as pernas. A Sofia recostou-se no sofá e a Júlia colocou-se de joelhos e abrindo-lhe as pernas, puxou a cueca da Sofia para o lado e começou-lhe a lamber a cona. A Sofia mexia nos cabelos da Júlia com suavidade. A Júlia colocou um dedo dentro da rata da Sofia e ela gemeu um pouco. Depois trocaram, a Júlia sentou-se no sofá e a Sofia começou a lamber-lhe a rata. Estava cheio de tesão só de olhar para as duas. Ambas se deitaram no sofá e entrelaçaram as pernas, movimentando-se sincronizadamente e apalpando as pernas uma à outra. Nesse momento a Sofia desvia o seu olhar para a porta e eu rapidamente desvio-me, deixando cair o rolo no chão.

- “ Fodasse. Fui apanhado”. Pensei. Esperei uns segundos, continuava a ouvir pequenos gemidos de prazer, por isso, voltei a espreitar e lá continuavam as duas no bem bom.

- “ Não me viram”. Voltei a pensar. Coloquei-me de gatas, agarrei no rolo que estava no chão e saí dali para fora. Passados 20 minutos, chamei-as. Elas chegaram ao pé de mim, estavam divertidas, riam-se sem parar. Fui ajustar a luz e elas olhavam para mim e cochichavam alegremente rindo-se sem para. Comecei por fotografar a Júlia. Ela colocou-se em poses bastante sensuais. A certa altura, um dos seus seios saltou fora do seu vestido e eu interrompi o ensaio e disse-lhe:

- “ Júlia, o teu seio está à vista”. Ela em vês de tapar a mama, olha para ela e diz:

- “ Sua malandra”. E olha para mim enquanto a tapava. Continuei a fotografar e um tempo depois, a sua mama salta outra vez para fora do vestido.

- “ Júlia, o teu seio está cá fora outra vez. Se quiseres podes ir colocar um soutien” Disse-lhe.

- “ Deixa estar não faz mal. Não te preocupes”. Disse ela olhando de maneira sensual para mim. A Sofia ia rindo-se da situação. Ela volta a cobrir o seio.

Decido que era a vez da Sofia ser fotografada. Fomos para o jardim da casa e ela sentou-se numa cadeira. Comecei a fotografá-la, ela ia cruzando e descruzando as pernas, sentava-se de maneira sensual, mostrando as coxas das suas pernas. Entre cruzar e descruzar, ela abria um pouco mais as pernas, mostrando a sua cueca. Interrompi o ensaio e disse-lhe:

- “ Sofia, estás a mostrar as cuecas”.

- “ Não faz mal. Isto é um ensaio mais sensual, depois tiramos as fotos que não interessam”. Disse ela, continuando a “ provocar-me”. Continuei a fotografar, depois a Júlia juntou-se à Sofia, colocando-se ao lado dela, tocando-lhe sensualmente. Fotografei até o rolo acabar, quando acabou, disse-lhes:

- “ Ok meninas. Está pronto já acabámos”. Mas elas pareceram não ouvir e continuaram a trocar carícias. Voltei a dizer:

- “ Sofia, Júlia, já chega. Acabámos”. Então a Sofia, enquanto era beijada no pescoço pela Júlia, disse-me:

- “ Vi-te lá no quarto a espreitar-nos”. Engoli em seco e pedi desculpas.

- “ Não foi de propósito. Estava a passar e a porta estava aberta e....”.

- “ Sccchhhhhiu”. Disse a Júlia.

- “ Junta-te a nós”. Disseram as duas em uníssono.

Fui ter com elas. A Sofia agarrou-me e puxou-me, começando-me a beijar loucamente a boca, enquanto a Júlia me beijava o pescoço. Depois a Sofia, foi descendo, ia desapertando-me a camisa e beijando o peito, a Júlia começou a beijar-me a boca. A Sofia a desapertou-me as calças, tirou-me os boxers e começou a fazer-me um broche. Ela iniciou devagar, aumentando a cada bombada a velocidade da mamada. A Júlia continuava a beijar-me a boca e eu meti-lhe as mãos dentro do seu decote, apalpando-lhe os enormes seios. A Júlia foi descendo e uma vez lá em baixo, foi-me chupando as bolas. Depois trocaram, a Júlia continuou a mamada que a Sofia tinha deixado a meio e a Sofia foi me chupar as bolas. A Sofia levantou-se e suavemente empurrou-me para um “puff” que ali estava. Sentado no “puff”, as duas vieram ter comigo, tiraram as suas cuecas e colocaram-nas em cima do meu malho. Agarrei a mão da Sofia, tentando puxá-la para baixo, mas ela puxou repentinamente a sua mão e disse-me:

- “ Não, ainda não”.

- “ Nós as duas não acabámos o que estávamos a fazer quando tu nos chamaste. Por isso, primeiro temos de acabá-lo”. Disse a Júlia, sentando-se noutro “puff”.

A Sofia colocou-se de joelhos e abriu as pernas da Júlia, fazendo-lhe um minete. A Júlia olhava para mim e gemia. Eu estava sentado, cheio de tesão e não podia fazer nada. Depois a Sofia deitou-se no chão e a Júlia colocou-lhe um dedo na rata, fazendo-a gemer. A Júlia, começou a brincar com o clitóris da Sofia, labendo-o freneticamente. Depois voltaram a entrelaçar as pernas, os gemidos de ambas eram mais fortes, até que, ambas tiveram um orgasmo em simultâneo. Elas separaram-se e as suas conas brilhavam à luz do sol. Estavam bem molhadas. Cada vez mais ficava cheio de tesão, estava com medo de explodir ali, sem ter brincado com elas. A Sofia olha para a Júlia e diz:

- “ Acho que já o fizemos sofrer de mais, não achas?”.

- “ Acho que sim. Está na hora de brincarmos com ele”. Disse a Júlia. Ambas tiraram os seus vestidos, ficando só de sapatos. A Sofia foi a primeira, colocando-se em cima de mim. Ela agarrou no meu mastro e passou-o pela cona. Eu sentia-a bem molhada. O meu pau escorregou lá para dentro, ela começou a gemer e a Júlia pôs-se ao nosso lado, beijando-me. A Sofia movia-se para cima e para baixo, enterrando bem fundo na sua cona o meu pau. A Sofia saiu de cima de mim, dando lugar à Júlia. Ela meteu-me o pau na sua cona, também ela húmida, e largou um pequeno grito. Enquanto cavalgava, a Sofia, veio esfregar os seus seios na minha cara. Beijei-lhe as mamas e ela apertava-os em torno da minha cara.

- “ Sim, isso. Dá-me. Dá-me”. Gritava a Júlia de cada vez que o meu pau se enterrava na sua rata.

Fomos para dentro de casa. A Júlia deitou-se no sofá e a Sofia pôs-se sobre a sua cara. A Júlia começou a fazer um minete à Sofia, e eu meti o meu pau dentro da rata da Júlia. A Sofia então deitou-se sobre a Júlia e enquanto eu fodia a Júlia, ela ia lambendo o clitóris da Júlia e o meu pau. Sentei-me no sofá e ambas vieram fazer-me um broche. Iam lambendo as duas o meu pau. Depois a Sofia agarrou nele e meteu-o no meio das mamas da Júlia. A Júlia, apertava as suas mamas e ia mexendo-se para cima e para baixo, enquanto a Sofia ia lambendo a cabeça do meu malho. Pedi-lhes para irem com calma, pois estava quase a rebentar. Então ambas pararam e sentaram-se no sofá, de pernas abertas. Eu coloquei-me em frente da Sofia e lambi-lhe o mexilhão, enquanto que com uma mão ia masturbando a Júlia. Depois troquei, masturbava a Sofia com a minha outra mão e ia lambendo a cona da Júlia. Ainda de joelhos, meti o dardo na cona da Júlia e continuava a masturbar a Sofia.

- " Não pares, isso. Mais rápido. Mais rápido". Pedia a Sofia sedenta de prazer.

- “ Mais forte. Força”. Pediu a Júlia. A força das penetrações resultavam num barulho que nos ia levando ao êxtase. A velocidade com que mexia no clitóris da Sofia, fazia com que ela gritasse a plenos pulmões.

- “ Fode-me. Quero que me fodas”. Disse a Sofia. Ela colocou-se de gatas no sofá e eu em pé, por trás dela, espetei-lhe o mastro na cona. Ia mexendo-lhe nas mamas ao sabor de cada estocada, a Júlia sentou-se ao lado dela e elas iam-se beijando, trocando carícias. Enquanto lhe espetava bem fundo o meu pau, a Sofia teve um orgasmo, perdendo a força das suas pernas, tive que lhe agarrar pela cintura, para que ela não desfalecesse. Recomposta, virou-se para trás e beijou-me, enquanto isso a Júlia punha-se de quatro, também ela em cima do sofá. Por entre as pernas ela agarrou-me o pau, roçou-o na cona, mas espetou-o no cú. Assim que entrou, ela soltou um grito enorme, deixando-me ligeiramente surdo. Entretanto a Sofia, sentada no sofá ia masturbando-se, ia olhando para nós.

- “ Não pares. Mais, quero mais”. Pedia a Júlia. Aumentei a força das estocadas, os gritos de prazer ecoavam pela sala, abafando os gemidos da Sofia. Disse para as duas: - “ Vou-me vir”.

Sentei-me no sofá, e ambas ajoelharam-se à minha frente. A Sofia, começou-me a bater uma punheta com as mamas.

- “ AHAHAH. Está quase”. Gritei. A Sofia começou-me a bater uma punheta com as mãos, enquanto a Júlia me ia chupando o pau. Comecei a vir-me. A Sofia apontou a picha à boca da Júlia, e eu ejaculei umas três vezes, antes da Sofia apontar o pau à sua boca. A Sofia continuou a chupar e eu acabei de me vir dentro da sua boca. Depois ambas beijaram-se, deixando cair o meu leitinho nas suas mamas e esfregando as suas tetas, espalharam o leite. Depois de nos lavarmos, fomos para um quarto escuro, revelar as fotos e escolhê-las.

FANTASIA ERÓTICA ESCRITA POR: HM

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