Depois das aventuras com a São José Correia, com quem, aliás, continuo a encontrar-me “esporradicamente”, mudei-me para outra localidade dentro do distrito de Lisboa. Sempre gostei de trabalhar em várias áreas e até estou habituado a ter dois empregos ao mesmo tempo. Há coisa de dois meses, deixei um, à noite, para aproveitar algo que nunca fiz: ser segurança privado numa discoteca lisboeta, por sinal frequentada por gente famosa. Trata-se de uma discoteca recente, grande, com várias zonas: pista de dança, bar, sala de jogos, zona lounge, etc. Desde que comecei que tenho estado na zona de jogos, onde existem algumas máquinas, roletas, mesas de póquer e pouco mais. Uma espécie de casino em miniatura. Tem havido muita gente famosa a passar por lá para tentar a sorte, divertir-se e descontrair. Na semana passada, durante três noites, houve uma festa de máscaras: Quinta, Sexta e Sábado. Eu estive de serviço nessas três noites. Muita gente famosa foi convidada e todas as pessoas tinham de ir mascaradas. Eu, para não destoar muito, estava semi-mascarado, mas sempre a certificar-me de que tudo corria bem e sem excessos. Na última noite, de Sábado para Domingo, a certa altura, reparo numa mulher que me olha fixamente. Por detrás da máscara, é difícil perceber quem é. Ela olha-me de forma atrevida e provocante, comunicando muito com o corpo. Enquanto olho para ela, parece que tudo pára: a música, as outras pessoas, as danças… Mas estou de serviço, não posso desleixar-me, estou cá há pouco tempo e… Olho outra vez, ela desapareceu. Passados poucos minutos, encontro-a mais à frente, a conversar com outra mulher, a qual, mesmo mascarada, reconheço ser a São José Correia. Curioso, este encontro entre a minha nova musa misteriosa e a São José. Oiço uma voz mais alta vinda de outra zona da sala e afasto o olhar, já preparado para intervir. Era apen
as um daqueles actorzinhos da tanga que bebeu demasiado e andava a meter-se com algumas “morangas” das novelas. Levei-o para fora da sala para ver se lhe fazia entender que aquilo não era uma festa de miúdos. O puto estava aviado de álcool e corri com ele da festa. Quando vou para entrar novamente na sala, vejo a minha musa ao fundo de um corredor escuro. Certifica-se de que é vista e depois foge a passo rápido. Vou atrás dela, claro, já com o coração aos pulos. Subo umas escadas e entro noutro corredor, também escuro. Para mim, que tenho pele escura, até é melhor: fico mais oculto. Não vendo ninguém, concluo que a mulher entrou de certeza numa das salas do fundo do corredor. Mas qual? São só salas de arrumações, com mesas de jogos e máquinas por estrear, caso alguma das outras avarie. Da mulher, só sei que é loira, alta, esguia, de peito generoso e curvas sinuosas. Mas… Que parvoíce: para descobrir qual a sala, só preciso de me concentrar no cheiro. Um perfume feminino e intenso diz-me qual a sala certa. Por esta altura, já deixei de ouvir o barulho da festa. Que se lixe, olha… Há outro colega. Além disso, estou a zelar pela segurança… pode tratar-se de uma ladra ou assassina impiedosa. Enfim, entro na sala, fecho a porta e, por entre a penumbra, apenas com uma luz ténue vinda da rua, vejo uma silhueta junto de uma mesa de póquer. “Para ser fácil apanhar-te, imagino que não estejas aqui para fazer mal”, digo-lhe eu. Ela não abre a boca. Aproximo-me dela e aquele perfume inebriante confunde-me os sentidos. Apanho-a de costas e envolvo-a num abraço firme, mas cuidadoso. Ela deixa-se levar. Já ambos percebemos o jogo e a intenção um do outro, ambos sabemos o que queremos que aconteça. Quando estou para lhe tirar a máscara, reparo que afinal são duas máscaras: uma nos olhos e outra do nariz para baixo. Ela só me deixa tirar a da boca. “Tiras a outra só perto do fim”, sussurra-me ao ouvido com voz doce. Ao invés, tira-me ela a máscara e dá-m
e um beijo enorme, molhado, faminto. Quase que me come a língua. Enquanto as mãos dela passeiam pelas minhas costas, as minhas procuram maneiras de entrarem pelo vestido dela, desapertando, desabotoando com cuidado. Uns minutos depois, ela está apenas de lingerie: um corpo de sonho, pernas bem torneadas, coxas perfeitas, cintura delgada… Antes que a pudesse despir mais, ela desce, desaperta-me as calças e baixa tudo de uma vez, revelando o que a faz abrir a boca de espanto. Como ela tinha a boca relativamente pequena, teve dificuldade em chupar todo o meu pau preto, mas, aos poucos, a boca adaptou-se e ela fez-me uma mamada extraordinária. Chupava com uma vontade tal que tive de me controlar para não me vir. Ao mesmo tempo, massajava-me os tomates pesados e descaídos. Por momentos, pensei que estava noutra dimensão. Depois, levantei-a, sentei-a na mesa de póquer, tirei-lhe as cuecas e o soutien e deliciei-me com aquela visão: uma cona rapadinha, bem lubrificada, com um clítoris saliente e inchado. As mamas, não sendo totalmente naturais, eram grandes, redondas e com uns mamilos enormes. Depois de me certificar de que lhe deixava os mamilos cheios de tesão, fui descendo, descendo, beijando e lambendo pelo caminho, até que cheguei ao clítoris. Assim que lhe toquei com a língua, ela soltou um longo gemido, como se nunca tivesse sido acariciada ali por ninguém. Segurou-me na cabeça com força, sinal de que estava a gostar. Continuei durante uns 10 minutos, umas vezes com um dedo, outras vezes com dois. Assim que ela começou a estremecer, afastei-me um pouco para a provocar, como já tinha feito com a São José. Ela perdeu as estribeiras, sentou-se, agarrou-me no pescoço furiosamente e disse-me muito séria: “Ah, cabrão, tu queres que eu perca a cabeça, não é? Então anda, come-me toda, perde tu a cabeça dentro de mim!” Pegou no meu pau, que entretanto ficou duro como pedra, e engoliu-o de uma só vez com os lá
bios vaginais. Que temperatura! Ela fervia e estava encharcada! Assim que comecei a dar as primeiras estocadas, ela deixou-se cair de costas sobre a mesa de póquer e rendeu-se completamente. Com ela à minha mercê, acelerei aos poucos, até ficar com os tomates doridos de tanto bater na zona intermédia. As mamas saltavam à minha frente e só a custo conseguia agarrar-lhe os mamilos com os lábios. Quando eu parava, mexia-se ela, por isso percebi que ela queria manter a velocidade alta. Ela agarrava-se às minhas costas com uma força imensa, apertava-me, cravava as unhas, mordia-me as orelhas até que… palavra de honra, vi-a revirar os olhos assim que se veio, começou a estremecer de tal maneira que, com as unhas, rasgou o pano da mesa de póquer. Seja como for, o nosso jogo continuou, valete e dama, numa dança de ancas e cinturas a alta temperatura. Acho que nunca senti uma mulher tão quente. O mistério mantinha-se, pois eu continuava sem saber com quem estava, embora já tivesse as minhas suspeitas. Isso dava-me ainda mais tesão, claro. Mais uns minutos e mudámos de posição: ela, de pé, apoiou-se na mesa e eu enfiei por trás. “Dá-me com força com esse caralhão, anda! Acelera, que quero vir-me outra vez!” A voz dela deixou de ser doce… parecia que estava possuída, tinha a voz mais grave e rouca. Eu nem ousei desobedecer. Segurei naquele rabo maravilhoso, dei umas palmadas leves e acelerei, enquanto a provocava com pequenos beliscos nos mamilos. Ela gritava cada vez mais alto. Agora implorava: “Fode-me, não páres, fode-me toda!!!” Continuei e, de repente, fez-se silêncio… Ela estava de certeza quase a vir-se… Parei e continuou ela a uma velocidade incrível! Depois de se conter… explodiu num grito de prazer e voltou a estremecer outra vez. Tive de a agarrar, com medo que lhe faltassem as forças nas pernas. Acalmámos o ritmo e sussurrei-lhe ao ouvido: “Para onde queres que me venha?” Ela, sem dizer nada, recompôs o ar misterioso e apontou
para a boca. Ainda de costas para mim, tirou a máscara: tal como suspeitava, era a Filipa de Castro. Que bomba de mulher! Agarrou-se à minha vara, chupou só a cabeça e, com as mãos nos tomates, ia estimulando. A certa altura, não aguentei mais: comecei a vir-me, a sentir contracções e ela manteve a boca fechada em torno da cabeça. Os jactos saíam uns atrás dos outros, ela ia recebendo tudo na boca, até que, de repente, começou a deixar escapar leite pelos lábios, tal era a quantidade. Quando senti que já não me vinha mais, tirei devagar e ela engoliu tudo o que tinha na boca. Incrível… Depois, para curtir aquele estado de transe, deitámo-nos na mesa de póquer… “Foda-se, que caralho… Rasgaste-me toda… Nem sei se te hei-de chamar valete de paus ou de espadas!” Eu ri-me com a piada. “E tu és a dama do meu car… baralho!” Ainda ficámos na penumbra durante um pedaço e depois voltámos para a festa. Esta nossa química ainda tinha muitas cartas para dar…FANTASIA ERÓTICA ESCRITA POR: HOMO ERECTUS






































