sábado, 7 de Novembro de 2009

CLARA DE SOUSA - "Encontro Casual"

Estava num supermercado a escolher um bom vinho, quando ao meu lado, também a escolher um vinho, está a Clara de Sousa. Ela pegou numa garrafa e eu disse-lhe:

- " Desculpe estar a meter-me, mas não devia levar esse vinho". Ela com uma cara surpreendida, pergunta-me:

- " Então porquê?"

- " Porque este é muito melhor. É um pouco caro, mas vai valer a pena". Disse eu, dando-lhe uma garrafa.

- " Muito obrigada pela sugestão". Ela continuou o seu caminho e eu fui buscar outra garrafa de vinho. Voltámos a encontrar-nos nas caixas e eu deixei-a passar à minha frente.

- " Muito obrigada de novo". Disse-me ela esboçando um sorriso. Na altura de pagar ela entrega um cartão multibanco à funcionária da caixa.

- " Peço desculpa, mas estamos a ter um problema com o serviço multibanco, por isso terá de pagar em cheque ou dinheiro". Disse a funcionária.

- " Não posso acreditar. Não tenho cheques nem tenho dinheiro que chegue para tudo. Vou ter de deixar ficar qualquer coisa. E acho que vai ser o vinho".

Ao ouvir isto, virei-me para a funcionária e enquanto abria a carteira para tirar o dinheiro, disse:

- " Deixe estar que eu pago vinho à senhora".

- " Nem pense nisso. O vinho não é importante". Disse a Clara, estendendo a sua mão, tocando na minha, impedindo-me de entregar o dinheiro à funcionária.

- " É minha a culpa de você ter trazido este vinho, por isso, devo ser eu a pagá-lo".

- " Não posso deixar isso acontecer, estou tão envergonhada". Dizia a Clara enquanto continuava a segurar a minha mão e com a outra tapava ligeiramente o rosto.

- " Não é preciso ficar envergonhada, eu simplesmente lhe estou a oferecer uma garrafa de vinho".

Relutantemente ela soltou a minha mão e eu entreguei à funcionária o dinheiro do vinho. Enquanto pagava as minhas coisas, a Clara simplesmente ficou ali à minha espera. Depois de ter pago, fomos os dois juntos até ao parque de estacionamento. Durante esse caminho, falámos um pouco:

- " Tenho de pedir desculpa, pelo que se passou no supermercado". Disse a Clara.

- " Não tem nada, esqueçamos esse assunto".

- " Está bem, mas tenho de o recompensar de alguma maneira".

- " Não é necessário. Você não tem de me compensar."

- " Pronto. Está bem. Não falamos mais disso. Mas pelo menos, podemos tratar-nos por tu. Pode ser?"

- " Sim, está bem".

Fomos andando, até que chegámos ao carro dela.

- " Bem, este é o meu carro. Acho que ficamos por aqui"

- " Que coincidência". Disse-lhe eu.

- " O meu carro está logo ali".

- " Que giro". Disse ela.

- " Já sei". Gritou logo de seguida.

- " Já sabes o quê?". Perguntei eu franzindo o sobrolho.

- " Já sei o que fazer para te compensar".

- " Mas eu já disse que não cria nada".

- " Ouve só. Vais jantar a minha casa". Disse a Clara, entusiasmada.

- " Não. Não quero incomodar. Para além disso, foi só uma garrafa de vinho que eu paguei".

- " Vais sim. Não estás a perceber. Os nossos carros estão aqui um ao pé do outro. Isto foi obra do destino. Não se fala mais disso, vais e é assunto encerrado".

- " Está bem, já vi que não posso fugir". Disse-o a rir.

Ajudei-a a carregar a bagageira do seu carro. Dava-lhe as compras que ela tinha no carrinho e ela colocava os sacos na bagageira do carro. Os primeiros sacos, foram para o fundo da bagageira, e ela para os lá colocar, debruçou-se, empinando o cú para mim. Entreguei-lhe os últimos dois sacos e fiquei a observar novamente o rabo. Enquanto ela os colocava na bagageira, ela virou ligeiramente a cabeça e olhou de lado, apanhando-me a apreciar o seu cú. Tentei disfarçar, dizendo que ia guardar o carrinho de compras.

- " Que estúpido, fui apanhado. Agora não vai haver jantar para ninguém". Pensei enquanto tirava a moeda do carrinho. Fui entregar a moeda à Clara, ela estendeu a mão, e quando eu colocava a moeda na sua mão, ela fechou a sua mão apanhando-me dois dedos. Pensei que ia levar uma descompustura, mas as palavras dela foram:

- " És um querido. Agora segue-me". Ela entrou no carro e eu ainda com o coração nas mãos, dirigi-me ao meu. Chegados à sua casa, perguntei se ela precisava de ajuda com o jantar.

- " Não, não é preciso. Senta-te que eu já venho". Disse ela, tirando-me alguns sacos que eu tinha na mão e levando-os para a cozinha. Sentei-me e pouco tempo depois apareceu a Clara, com dois copos e um saca-rolhas numa mão e a garrafa de vinho na outra.

- " Vamos lá ver se este vinho é tão bom quanto tu o dizes". Disse ela enquanto me entregava a garrafa e o saca-rolhas. Abri a garrafa e servi o vinho, ela degustou e disse:

- " É mesmo bom realmente". Ela sentou-se no sofá, puxando a minha mão, para eu me sentar ao lado dela. Conversámos um pouco, bebemos mais vinho até que...

- " Então e o jantar". Perguntei, estranhando, enquanto ia servindo mais vinho.

- " Ainda é cedo. Vamos falar mais um pouco". Ela cruzou as pernas, a racha do seu casaco, mostrava uma boa parte da sua coxa. Uns goles mais e disse:

- " Este vinho é mesmo bom. Já me está a subir à cabeça. Estou a ficar com calor". Nisto, ela desaperta ligeiramente o fecho do casaco e ajeita-se melhor no sofá, deixando-me ver um pouco das suas mamas. Não parecia trazer soutien. Tentei desviar o olhar, olhando-a nos olhos, mas sempre que podia, passava o olhar pelas suas tetas. Enchi mais uma vez os nossos copos e a garrafa ficou vazia. A certa altura ela perguntou-me:

- " E se para além do jantar, eu te desse mais alguma coisa?"

- " O quê?" Perguntei.

Então ela coloca os dois copos numa pequena mesa que tinha junto ao sofá. Vira-se para mim, pega uma das minhas mãos e coloca-a dentro do seu casaco, a agarrar um dos seus seios.

- " E se eu te deixasse foder-me". Disse ela mesmo antes de me beijar. Enquanto a beijava, desapertei-lhe o fecho do casaco até ao umbigo. Abri o casaco e apalpei ambos os seios, beijei-os, chupei e mordi-lhe ligeiramente os mamilos. Ela, também me desapertou o cinto das calças, depois o botão em seguida o fecho. Agarrou através dos boxers o meu material, depois colocou a mão lá dentro, apalpando-me suavemente. Levantei-me e tirei as calças e os boxers, deixando um dardo apontado à boca da Clara. Ela levou-o à boca, começando a chupar a cabeça. Percorreu o meu pau com a língua, até às bolas, chupando-as uma de cada vez. Tirei a T-Shirt, fui apalpando as mamas dela, enquanto ela me fazia um broche, deixando aqueles mamilos bem rijos. Levantei-a e levei-a para a mesa da sala, onde a sentei. Abri o resto do fecho do casaco e à minha frente apareceu uma rata rapadinha, já um pouco humedecida. Abri-lhe as pernas, comecei a lamber-lhe o grelo, colocando um dedo dentro da sua cona, fazendo com que ela gemesse de prazer.

- " Sim, que bom. Continua".

Afastei ainda mais um pouco os lábios da sua cona com os meus dedos e coloquei a minha língua dentro da sua rata. Chupei mais um pouco o seu clitóris.

- " Fode-me. Espeta-me o teu pau".

Peguei no mastro e enfiei lá dentro, bem fundo, começando devagar, depois aumentando a velocidade das penetrações. Mexia-lhe nas mamas, apertando-as e brincando com os seus mamilos. Os gemidos a cada estocada, eram altos. Passei a agarrar os saltos dos seus sapatos, abrindo-lhe as pernas. Comecei a beijar o peito de um dos pés, depois retirei o sapato e chupei-lhe o seu dedo grande. Levantei-lhe a outra perna, fui beijando-a, até chegar ao pé. Tirei-lhe o outro sapato e também lhe chupei o dedo grande. Parei e ela se levantou da mesa, agarrou-me a picha e puxou-me até ao sofá, onde se deitou. Deitei-me por cima dela, ela apontou o meu nabo à sua cona e quando a verga entrou, ela cruzou as suas pernas sobre o meu rabo, apertando-me com força e com as suas mão agarrou-me a cabeça e num tom de raiva disse:

- " Fode-me com todas as tuas forças".

Ela largou-me a cabeça e abriu mais as pernas, eu comecei a fodê-la com rapidez e ferocidade.

- " Ah, ah, ah, ah, ah. Sim isso mais rápido. Mais forte". Dizia ela.

Cada estocada deixava-me mais cansado, mas as palavras dela ainda ecoavam na minha cabeça, dando um folego extra à minha performance. Exausto, sai de cima dela, e ela pegou num dos copos de vinho e bebeu um pouco. Molhou as pontas dos dedos no vinho e deixou as gotas cairem sobre o meu pau, começando a chupar, antes que as gotas escorressem para o sofá. Restabelecidas as forças, levantei-me e levei-a até uma parede, onde a encostei. Ela saltou para cima de mim, abraçada a mim, com as pernas novamente cruzadas sobre o meu rabo. Peguei no meu mastro e meti-o dentro da cona. Fodia contra a parede.

- " Isso, ah, ah,ah, come-me". Ela beijava-me o pescoço, mordia-me as orelhas. Eu continuava a fodê-la. Afastei-me da parede ainda com ela agarrada a mim, ela movimentava-se para cima e para baixo, gritando que nem uma maluca.

- " Oh, ah, ah. Sim, sim". Agarrei-lhe o rabo, ajudando-a nos movimentos verticais. O meu pau enterrava-se bem fundo na sua cona. Olhava para ela enquanto os seus olhos reviravam, dando-me ainda mais prazer. Fomos para cima da mesa da sala, eu deitei-me na mesa e ela de cócoras, pôs-se em cima de mim. Movimentando-se para cima e para baixo e com as mãos no cabelo, gritava cada vez mais alto.

- " Sim, sim, sim". Rodou sobre o meu pau e colocou-se de costas para mim, meteu as mão para trás sobre o meu peito e continuou a mexer-se. Alternava entre movimentos rápidos e movimentos lentos. Parou, voltou a pôr-se de cócoras e agarrou o meu pau, cuspiu nele e meteu-o no rabo. Num único e simples movimento, sentou-se nele e largou um grito bem alto.

- " AAAIIII". Mexia-se lentamente, para cima, para baixo, enterrando o meu pau bem fundo no seu cú. Começou a movimentar-se depressa, voltou a colocar as mãos atrás das costas, no meu peito, eu agarrei-lhe as mamas e apalpava-as com vigor. Ela deitou-se de lado na mesa, e eu coloquei-me por trás dela. Ela levantou a sua perna e eu enfiei o meu mastro de novo na sua cona. Depois segurei-lhe a perna, levantei-a mais alto e comecei foder a cona à Clara. Os seus gemidos e gritos, continuavam sem cessar, os nossos corpos estavam molhados da transpiração, eu estava pronto para me vir. Ainda por trás dela, tirei o meu pau da sua cona e disse-lhe:

- “ Vou-me vir”. Bati uma pequena punheta e lancei quatro jactos sobre a sua cona, apertei um pouco a picha, obrigando o leite que ainda se encontrava lá dentro a sair, limpando-o às suas virilhas.

- “ Mete lá dentro outra vez”. Pediu ela. Assim o fiz meti o meu pau de novo naquela cona lambusada, agarrei as suas tetas e beijei-lhe a boca. Ficámos assim uns 10 minutos, até perder a tesão. Depois ela ergueu-se, levou a mão à cona e pegou num pouco de leitinho que estava lá, levou os dedos à boca e saboreou.

- “ Tão bom quanto o vinho que bebemos”.

Fomos até à casa de banho, tomámos os dois banho juntos. Depois fomos jantar e aconteceu tudo de novo. Passei mais um bom bocado com a Clara, mas desta vez no seu quarto.

FANTASIA ERÓTICA ESCRITA POR: HM

quinta-feira, 5 de Novembro de 2009

LÚCIA CUSTÓDIO E LENKA - "Plano Fatal"

Estava eu numa exposição, quando me deparei com a Lúcia Custódio e a Lenka, que estavam num stand. A Lúcia trazia um vestido preto, curto, que mostrava as curvas do seu belo corpo e a Lenka um vestido branco, também ele curto, onde mostrava as suas belas pernas. Ganhei coragem e fui ter com elas.

- " Olá, boa tarde".

- " Boa tarde", responderam as duas com um sorriso.

- " Será que posso tirar-lhes umas fotos".

- " Podes tratar-nos por tu, e sim podes tirar fotos". Disse a Lúcia.

Eu coloquei um joelho no chão e preparei o telemóvel, para tirar a foto. A Lúcia sentou-se num "puff" mesmo à minha frente e cruzou as pernas de uma maneira sensual, de tal modo, que deu para ver algo mais. Ainda tentei apanhar o momento, mas não fui rápido o suficiente.

- " Agora à Lenka". Disse eu. Ela com o seu sotaque disse:

- " Também vou me sentar num "puff" ".

Tirei várias fotos e fui mostrá-las a elas.

Quando acabei de as mostrar, elas deram-me ambas um beijo na bochecha e a Lenka disse:

- " Muito giras. Sabes, mais logo, ao fim do dia, vamos estar aqui, para uma apresentação nova. Espero que passes por cá".

Assim foi, ao final do dia, passei pelo stand. A Lenka trazia um vestido bastante curto de ganga, onde se notavam os seus maravilhosos seios, bem como as suas pernas. Ela sentou-se numa cadeira, cruzou as pernas e lançou-me um olhar de matadora. Nessa altura, uma foto, apanhando o tal olhar. A Lúcia, estava com um vestido preto, diferente do outro, ainda mais curto. Ela sentou-se num "chez-long" e com a sua mão direita, bate suavemente três vezes no sofá. Fui ter com ela e sentei-me ao lado dela a mostrar-lhe as fotos que já tinha. Momentos depois, a Lenka juntou-se a nós e sentou-se ela também no sofá. Rimo-nos das fotos, e durante alguns dos risos, sentia as mãos de ambas a tocarem-me ao de leve nas minhas pernas. Ficámos ali um bocado, a conversar, e combinámos ir jantar ali mesmo no salão, pois já era um pouco tarde. Fomos para o camarim delas, e elas pediram a alguém que fosse lá entregar umas sopas e umas saladas. Estávamos sentados numa mesa pequena onde durante a refeição falámos um pouco de tudo. Durante a conversa, de vez em quando sentia uns pequenos toques, suaves e delicados por baixo da mesa. A princípio pensei que eram toques casuais, mas as inúmeras vezes que aconteceram, davam para perceber que não eram inadvertidos. Acabámos a refeição e a Lúcia perguntou:

- " Queres beber um copo".

- " Sim, pode ser, se não for incómodo".

- " Não é incómodo nenhum". Ela dirigiu-se a um mini-bar, e tirou de lá uma garrafa de wiskey e três copos. Enquanto bebíamos, conversámos mais um pouco e o tempo ia passando. Quando demos por nós, já passava da meia-noite.

- " Que chatice". Disse a Lúcia, olhando para o relógio.

- " O que se passa?". Perguntei.

- " Sabes, a exposição fecha às 11 horas e já passa da meia-noite".

- " E qual é o problema?" Voltei a perguntar.

- " Bem, é que de certeza que estamos fechados aqui no salão até amanhã de manhã". Disse a Lenka muito rápidamente.

Saímos do camarim e fomos até à exposição. O que elas disseram era verdade, estávamos fechados lá dentro sozinhos. Não me preocupei muito, com a situação, afinal estava em boa companhia. Decidimos então dormir ali no stand das camas. De repente, uma almofada passa à frente dos meus olhos e atinge a Lenka.

- " Guerra de almofadas". Gritou a Lúcia, enquanto me atirava outra almofada.

Ambas batalhavam alegremente e eu apenas via aquelas maravilhosas mulheres, enquanto me ria. A certa altura, o top da Lenka cai de tanto salto que ela dava, colocando à vista os melões bem redondos e grandes. Eu fiquei especado a olhar para a cena, mas ela não se pareceu incomodar e continuou a luta com a Lúcia. Já cansadas, pararam a brincadeira e olharam ambas para mim. Estava boquiaberto com a Lenka que ainda não tinha ajeitado o seu top. Voltaram a olhar uma para a outra, e enquanto a Lúcia sentia as tetas da Lenka, deram um tórrido línguado. Sentaram-se as duas numa cama tipo "King Size", olharam para mim e chamaram-me para o pé delas.

- " Sabes, nós fizemos de propósito, para ficarmos aqui fichados. Não te queres juntar à festa?". Perguntou a Lúcia.

- " Vem cá, não tenhas medo". Disse a Lenka.

Dirigi-me até à cama, e quando cheguei ao pé delas, elas abriram um espaço para eu me sentar entre elas. Sentei-me e ambas colocaram as suas mão nas minhas pernas. A Lúcia virou-me a cabeça para ela e começou-me a beijar, enquanto a Lenka me beijava o pescoço. Depois virei a cabeça para a Lenka e beijei-a. A Lúcia começou a acariciar-me o nabo e os tomates. Depois pôs-se de joelhos, tirou-me as calças e os boxers e começou a chupar o meu pau já entesado, enquanto a Lenka tirava-me a T-Shirt e beijava-me loucamente o peito. Ela foi descendo até chegar à verga, onde a Lúcia continuava a lamber e a chupar. A Lúcia começou a chupar-me as bolas, e a Lenka a chupar o meu nabo. Os movimentos de ambas pareciam sincronizados, cada vez que a Lenka engolia o mastro, a Lúcia chupava um tomate. Então a Lúcia decidiu também ela chupar mais um pouco a minha picha. Ambas, uma de cada lado, agarravam o meu mastro com os lábios, e moviam as suas cabeças em conjunto, para cima e para baixo. A Lenka agarrou-me na picha e suavemente bateu com ela na língua da Lúcia, depois foi a vez da Lúcia bater com o meu pau na língua da Lenka.

- " Chupa essa picha gostosa". Disse a Lúcia para a Lenka. A Lenka assim o fez, colocou o meu pau na sua boca até aos tomates. A cada bombada, o meu pau ficava cada vez mais molhado pela saliva da Lenka. A Lúcia veio sentar-se na cama outra vez, e eu subi-lhe o vestido, comecei a mexer-lhe na cona através da sua cueca. Ao mesmo tempo, e enquanto me fazia um broche a Lenka tirou o vestido dela. Ficou somente em cuecas, e com os sapatos de salto alto calçados.

Entretanto a Lúcia também tirou o vestido, ela não trazia soutien e eu com uma mão afagava-lhe a cona e com a outra mexia-lhe nos peitos. Enquanto beijava as mamas da Lúcia, a Lenka começou-me a fazer uma punheta à Espanhola. O meu pau ficou completamente envolvido naqueles seios carnudos, ela apertava-os mexedo-os para cima e para baixo e de vez em quando lá esticava a sua língua e lambia a ponta da galga. A Lúcia tirou a cueca e deitou-se na cama, que ficava a uma altura ideal do chão, e eu peguei no meu mastro e comecei a roçar na sua cona húmida. A Lenka ajoelhada a meu lado, ia lambendo a crica à Lúcia, e o meu pau, humedecendo ambos. Ela agarra no meu pau e enfia-o na cona da Lúcia.

- “ AAHHH. OOOHHHH. Sim”. Um gemido alto da Lúcia, ecoou pelo salão. A cada penetração, introduzia fundo o meu pau na sua rata. Os sons do sexo produzidos eram abafados pelos gritos da Lúcia.

A Lenka, também tirou a cueca e subiu para a cama e colocou-se sobre a Lúcia, realizando um 69 perfeito. Enquanto eu penetrava a Lúcia, ela gemia e realizava um minete à Lenka e a Lenka lambia a cona da Lúcia bem como o meu pau. A dada altura, retirei o pau da cona da Lúcia e coloquei-o na boca da Lenka e depois de umas mamadas, ela meteu-o novamente, já bem molhado, na cona da Lúcia. Depois a Lenka, deitou-se ao lado da Lúcia, ergueu ligeiramente as pernas, começou a masturbar-se e disse:

- “ Agora come-me”. Espetei o mastro, com a humidade da cona da Lúcia, na cona da Lenka e ela soltou um sonoro “Ai”. Agarrei nos saltos dos seus sapatos e afastei-lhe ligeiramente as pernas, deixando a cona bem aberta, para as estocadas do meu dardo. A Lúcia colocou-se sobre a cara da Lenka, virada para mim, e enquanto a Lenka lhe fazia um minete, ela passava as suas mãos pelo seu cabelo, gemendo de prazer.

- “ Sim, sim, chupa-me essa rata”. Disse a Lúcia à Lenka.

A Lúcia, colocou-se deitada de barriga, sobre a Lenka, com a rata virada para mim.

- “ Espeta-me a mim também”. Pediu ela.

Tirei o pau da rata da Lenka e meti-o na cona da Lúcia, umas bombadas e voltei a por o pau na cona da Lenka, depois de novo na Lúcia e enquanto brincava, elas iam-se beijando mutuamente.

Deitei-me na cama e a Lúcia pôs-se logo em cima de mim, cavalgando que nem uma maluca, espetando o meu pau até aos tomates. A Lenka veio pôr-se em cima da minha cara e eu comecei a fazer-lhe um minete, agarrando-me aos seios da Lúcia.

- “ Sim, ohhh sim”. Ia gritando a Lúcia a cada penetração. Da Lenka só se ouviam uns gemidos pequenos, e pensei que teria de fazer algo mais para a satisfazer.

- “ Agora tu Lenka. Vou comer-te a cona”. Disse eu.

A Lúcia saiu de cima do meu nabo e veio pôr-se sobre a minha cara e a Lenka agarrou-me no nabo, deslizando-o para dentro dela. A Lenka também me cavalgou como se não houvesse amanhã e o que à pouco eram gemidos pequenos, deram lugar a gritos bem altos.

- “ Sim, que bom. Fode-me”. Disse a Lenka com o seu sotaque, que me deixava ainda mais louco de tesão. Afastei os lábios da cona da Lúcia e meti a minha língua dentro dela, e ela deitou-se sobre mim, começando a beijar as costas da Lenka e o seu rabo.

A Lúcia saiu de cima de mim, colocou-se de quatro à beira da cama e disse:

- “ Come o meu rabo. Dá-lhe uma valente foda”.

A Lenka saiu de cima de mim e também ela se colocou de quatro ao lado da Lúcia, mas ao contrário. Eu levantei-me da cama e levei o meu pau à boca da Lenka. Ela chupou-o e molhou-o, preparando-o para ser enfiado no cú da Lúcia. Apontei-o e comecei a exercer uma pequena força e quando a cabeça tinha entrado, a Lúcia solta um enorme grito:

- “ AAAAIIIIII. Vai mete-o todo agora”. Ela pediu e eu meti-o todo, obrigando-a a soltar mais um grito. Enquanto ia fodendo aquele cuzinho bem redondo, a Lenka ia cuspindo na sua mão e ia besuntando o meu pau, lubrificando-o. Agarrei as mamas da Lúcia com ambas as mãos, brincando com os seus mamilos bem duros.

- “ Fode-me, fode esse rabo”.

A Lenka voltou se de rabo para mim e com uma mão começou a masturbar-se novamente, pedindo-me:

- “ Quero esse pau no meu cú”.

Ainda fodendo o cú da Lúcia, enfiei o meu dedo médio, no cú bem apertadinho da Lenka, rodando e alargando ligeiramente o caminho. De seguida enfiei o meu pau no seu cú e também ela soltou um grito de prazer.

- “ Ai que bom. Isso fode-me bem”.

Também a Lúcia se colocou ao nosso lado, cuspindo no meu pau de vez em quando, enquanto se mastrubava. Voltei a deitar-me na cama e a Lúcia ávida de sexo, rapidamente se colocou de cócoras em cima do meu pau, movimentando-se rapidamente para cima e para baixo. A Lenka veio colocar-se atrás da Lúcia, agarrando-lhe os seios e beijando a sua boca. Disse que estava pronto para me vir e então a Lúcia e a Lenka começaram a chupar o meu pau. Tinha o pau na boca da Lúcia quando me comecei a vir, depois a Lúcia deu a vez à Lenka e também me vim na sua boca. A Lúcia deitou-se na cama e a Lenka sobre ela, deixou a meita escorrer da sua boca para a boca da Lúcia. Depois beijaram-se na boca, transferindo o leitinho de uma para a outra. Depois ambas deixaram descorrer o leite pelos seus peitos, esfregando-os suavemente. Depois disso fomos para a casa de banho para nos lavarmos e passámos os três a noite juntos bem agarradinhos. No dia seguinte acordámos bem cedo, fizemos a cama e fomos outra vez para o camarim delas, esperando que a exposição abrisse.

FANTASIA ERÓTICA ESCRITA POR: HM

SÓNIA ARAÚJO - "SERVIÇO COMPLETO"

Estava eu a trabalhar na minha oficina, quando por volta das 14 horas, aparece um SUV a trabalhar de uma maneira estranha. O carro parou e de lá saiu uma mulher. A princípio não me apercebi de quem era, mas há medida que se foi aproximando, vi que era a Sónia Araújo. Ela trazia um vestido preto que assentava sobre um dos seus ombros, deixando o outro completamente desnudo.

- " Boa tarde ".

- " Olá, boa tarde. Qual é o problema? ". Perguntei-lhe.

- " Bem, ía para casa e o meu carro começou a fazer este barulho estranho. Estava com medo de estragar, por isso parei aqui. Sabe o que será? ".

- " Pode ser várias coisas. Desde válvulas a bombas injectores".

- " Bem eu disso não percebo nada. Mas dá para arranjar?".

- " Claro, mas não sei se conseguirei fazer isto hoje, porque tenho este carro para acabar".

- " Que chatice. Eu preciso mesmo do carro. Não dá mesmo para me entregar o carro hoje? ".

- " Bem fazemos o seguinte: A oficina fecha às 18 horas, mas eu fico por cá mais um pouco e vejo o que posso fazer. Passe por aqui às 19 horas. Pode ser?".

- " Sim pode ser. Deixe-me só ir ali ao carro buscar uns papéis ".

Chegada ao carro a Sónia abriu a porta e debruçou-se sobre o banco do condutor, para chegar ao porta-luvas. O rabo espetado na minha direcção, levou-me a pensar que bom seria poder comê-lo. Batalhava mentalmente para não ficar com tusa, mas o que é certo é que o meu pau tinha vontade própria e já se notava um pequeno alto no macacão. Nisto ela pega nos seus papéis e repentinamente vira-se para mim, apanhando-me a olhar para aquele rabo bem delineado e reparando na inconveniência. Fingiu que não tinha reparado, mas a verdade é que quando ela chega ao pé de mim, os bicos das suas tetas estava erectos. Talvez, um pouco atrapalhada, ela deixou cair os seus papéis ao chão. Prontifiquei-me a apanhar os papéis e ela, ajeitando ligeiramente o vestido, subindo-o um pouco, colocou-se de cócoras, à minha frente, de joelhos juntinhos, também a apanhar os papéis. Enquanto apanhava as folhas, ia reparando nas pernas da Sónia, e ela, talvez apercebendo-se da situação lá ia abrindo um pouco os joelhos, permitindo-me ver uma cueca branca. Entreguei-lhe as folhas que apanhei e ela então pega nas chaves do carro e num gesto lento e suave, coloca-as no bolso do meu macacão, apalpando-me discreta e suavemente a perna.

- " Muito obrigada mais uma vez. Às 19 estarei cá. Boa tarde".

- "B...Boa tarde". Gaguejei.

Passava um pouco das 19 horas e já tinha o carro da Sónia pronto. Fechei a garagem, deixando uma pequena porta entreaberta e fui à casa de banho lavar as mãos e quando voltei a Sónia estava ali à minha espera.

- "Olá, boa noite. Desculpa atrasei-me um pouco, mas espero que não te importes".

"Ela tratou-me por tu. Vou também tratá-la por tu". Pensei.

- " Não faz mal. Tenho aqui as chaves do teu carro, podes experimentar".

- " Não é preciso confio em ti. Quanto é que é o serviço? ".

- " Bem eu não vou cobrar-te a mão de obra, mas a peça custou 100 euros".

- " Ahh !! Muito obrigada."

Ela pega a carteira que trazia com ela, e tira um cartão multibanco.

- " Lamento, mas não pode ser, porque como a oficina fecha às 18, eu não posso aceitar um pagamento com cartão depois disso".

- " Ora bolas. Mas eu não trago comigo esse dinheiro todo. Só tenho aqui 50 euros".

Ficámos num impasse por breves segundos e depois ela encosta-se ao capô do seu carro com as mãos sobre as pernas, levanta ligeiramente um pouco o seu vestido e pergunta-me sorrindo:

- "Não me podes fazer mais um desconto?".

Eu ri-me da situação mas antes de qualquer resposta, ela estende o dedo indicador na minha direcção e chama-me para perto dela. Aproximei-me dela, ficando a cerca de um metro dela, então ela agarra a minha mão e coloca-a sobre a sua mama e pergunta-me:

- " Quanto é que isto dá de desconto?".

Mais uma vez sem tempo de reacção ela agarra a minha outra mão e pousa-a sobre a sua outra teta.

- " E isto quanto vale?"

Engulo em seco e digo:

- " Certamente que vale de muito".

Então ela leva as minhas mão até às suas pernas e levanta um pouco a saia com elas e num movimento rápido, coloca-me encostado ao capô e desaperta-me o macacão. Tira-me o “malho” para fora, ajoelha-se e começa a chupá-lo lentemente. A minha tora começa a crescer dentro da boca dela, a cada chupada, ela vai cada vez mais fundo até que finalmente a minha picha desaparece dentro da boca dela. Ainda com a verga dentro da boca, ela começa-me a lamber as bolas com a sua língua.

- “ Então estás a gostar? Espero que o desconto seja muito grande”.

Naquele momento só queria que o pagamento se fodêsse. Tinha a Sónia com a minha piroca na boca. Ela chupava com mais afinco, os sons produzidos pela sucção deixavam-me cada vez mais louco. Enquanto parava para se restabelecer, continuava o serviço com as mãos, rodando-as sobre o meu pénis. Pensei que se não fizesse nada iria explodir ali, por isso, ajudei a levantá-la e sentei-a no capô. Abri ligeiramente as suas pernas e pus a minha mão por entre elas e apalpei-lhe as coxas. Fui subindo até à sua cona. Ela não me deteve e eu vi que tinha um “free pass”. Levantei-lhe a saia deixando a sua cueca branca à mostra. Notava-se que estava húmida. Arredei a cueca para o lado e deparei-me com uma cona rosada, rapada e húmida. Comecei a lamber-lhe a rata, beijando aqueles lábios que se encontravam húmidos, colocando a língua lá dentro. Entretanto, ela tira o vestido do seu ombro, deixando as suas tetas à mostra. Ela agarrou-me nas mãos e colocou-as sobre as mamas enquanto eu lhe fazia um minete. Ia apalpando, sentindo os mamilos duros, e ia chupando o mexilhão. Tirei o macacão, coloquei-lhe uma perna sobre o meu ombro, agarrei a minha picha e comecei a esfregá-la naquela cona molhada.

- “ Espeta-o o todo”. Disse ela. Mas eu continuava a brincar, roçando o malho na pardaleca dela.

Até que ela já doida com tanto roça-roça, agarrou a minha verga, e num movimento feroz, espetou-a na sua cona, soltando um “Ahhh” agudo de prazer. Comecei no vai e vem lentamente, introduzindo sempre o malho até aos tomates. A certa altura, agarrei a perna dela que estava no meu ombro e comecei a beijar-lhe os dedos do pé que estavam à mostra através dos sapatos dela. Ia penetrando-a e chupando-lhe o dedo grande do pé. Depois troquei, levantei-lhe a outra perna, chupei-lhe os outros dedos, beijei-lhe o tornozelo. Entre penetrações ia olhando para ela e via o prazer nos seus olhos, os gemidos invadiram a garagem, tornando-se cada vez mais altos. Para evitar que alguém ouvisse os gemidos, fomos para dentro do carro dela. Eu entrei no lado do pendura e ela no lado do condutor. Fechámos as portas e ela sentada do seu lado do carro, debruçou-se sobre mim e começou novamente a chupar o meu nabo. Lambia-o de alto a baixo sem parar. Ela tirou as suas cuecas e passou para o meu lado do carro, ajoelhando-se sobre mim. Não foi preciso apontar, o meu nabo encontrou o caminho sozinho para aquela maravilhosa cona molhada. Apalpava-lhe as tetas enquanto ela se mexia docemente. Reclinámos o banco, dando mais espaço ao prazer. Ela deitou-se sobre mim, mexendo a cintura, continuando a gemer. Os vidros iam ficando lentamente embaciados com o ritmo ofegante da nossa respiração. Ela parou, e atabalhoadamente virou-se de costas para mim. Voltou a sentar-se no meu pau, movia-se rapidamente ao som de pequenos gritos e de gemidos.

- “ Ohhhh, sim, sim. Ahhh. Fode-me”.

Já cansada deitou-se sobre mim, eu apalpei-lhe os melões, beijei-lhe o pescoço e ia fodendo-a devagar. Ela lambia os seus dedos e leváva-os à cona, brincando com o seu clitóris. Os gritos aumentaram.

- “ Ahhhh, vou me vir, vou me vir”. Gritou ela. De repente o meu malho salta fora da sua cona devido à força dos esguichos dela. O tablier ficou inteiramente molhado, os estofos também.

Ela levanta-se mas ainda sentada na verga, diz:

- “ Quero que me fodas o cú”. Acaba estas palavras, ela levanta-se ligeiramente, retira o pau da sua cona, e aponta-o ao cú. Senta-se devagar, hesitando quando sentia dor. Eu com as minhas mãos nas suas ancas, ia exercendo alguma pressão, ajudando-a a sentar-se. Quando o caminho estava mais ou menos alargado, ela sentou-se completamente no meu pau, soltando um Aaaiiiii de dor mas ao mesmo tempo de prazer. Ela cavalgava com rapidez, produzindo um “baque” a cada estocada.

- “ Ahhh. Sim. Ohhh. Fode-me esse cú. Mais, dá-me mais”.

Eu, com uma mão mexia-lhe na cona e com a outra nas mamas. Os vidros estavam de tal maneira embaciados, que não se via nada lá para fora. Ela então tira o vestido pela cabeça, nunca parando de se movimentar. Mais uma vez ela virou-se para mim e sentou-se com a cona no meu pau, colocou os pés sobre os meus ombros, ao lado da minha cabeça e com o nabo todo enfiado na cona, ela movimentava a sua cintura para a frente e para trás, de um lado para o outro. Eu beijei-lhe os dedos dos pés através daqueles sapatos. Ela colocou-se de cócoras, movimentando-se para cima, até o nabo quase sair da sua cona, e para baixo, até o seu rabo bater nas minhas bolas.

- “ Ahhh. Fode-me. Sim. Ohhhh. Vou me vir outra vez”. Disse ela.

Senti uns pequenos jactos na picha. Mesmo sem tirar o mastro da cona, o líquido escorria pelo nabo, molhando a minha pintilheira. Umas bombadas mais fortes e mais rápidas depois, disse-lhe que estava pronto para me vir.

Ela sai de cima de mim, vira-se e dá-me a provar a sua cona, enquanto me faz um broche. Afasto-lhe os lábios da cona e começo a lamber-lhe o clitóris e a por a língua na sua cona. O vapor da nossa respiração já tinha condensado, havendo gotas a escorrer pelos vidros.

- “ Vem-te na minha boca. Isso. Ahhhh”.

Ela chupa com rapidez e uns segundos depois, explodo dentro da sua boca. O leite que ela não conseguiu engolir, escorria-me pelo nabo e ela com a sua língua lambia-o. Não satisfeita, volta a sentar-se no meu pau e movimentando-se calmamente pergunta-me:

- “ Gostaste?”.

- “ Adorei”.

- “ Então como vai ser? Tenho mais um desconto ou não?”.

- “ Bem podemos fazer um acordo”.

- “ Sim qual?”.

- “ Agora não pagas nada, mas vais ter continuar a ser minha cliente”.

- “ Bem com um serviço deste, não quero ir a outra oficina”.

Saímos do carro, e ela vestiu-se. Eu dei-lhe um cartão, para ela me telefonar quando o carro tivesse algum problema, ou não....

FANTASIA ERÓTICA ESCRITA POR: HM

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